Eu estou escrevendo, mas não estou publicando, alguns textos sobre minha segunda gravidez. Pretendo publicá-los quando me sentir à vontade para expor na rede mundial que espero o segundo filho e, se você estiver lendo isso no meu blog, é porque já o fiz há alguns dias pelo menos e os textos já estão sendo publicados. E espero que isso tudo que escrevo agora já tenha ficado no passado.
Está difícil, viu? Eu sempre pensei e ponderei muito a questão de engravidar de novo pensando em como seria ter dois filhos, como seria lidar com dois pequenos precisando de cuidado, atenção, tempo, disponibilidade... Enfim, pensei muito nisso, mas nunca pensei ou imaginei como seria estar grávida e ter que cuidar do mais velho. E pelo menos nesse começo de gravidez, não está fácil.
Acho que nunca pensei nisso porque minha primeira gravidez foi muito boa. Não que agora esteja ruim, mas é que o cansaço, fadiga e sonolência parecem maiores, e devem ser mesmo, porque eu realmente vivo mais cansada o que se agudizou extremamente com a geração do pequeno ser aqui dentro. O mal-estar - enjoo e azia - na verdade estão até menores que da primeira vez, mas agora é mais difícil lidar tendo que dar atenção para Arthur.
Ah! Arthur! Ele está sendo um anjo, dentro dos seus limites angelicais, é claro. Mas cadê disposição para cuidar direito dele? E para brincar então? Não aguento! Mesmo! E ainda tem as férias, tadinho, ele tem ficado muito em casa, vendo tv, o que é péssimo. Mas eu não dou conta de brincar, menos ainda de sair passear com ele.
Todo dia prometo a mim mesma que amanhã não será assim, que vou sair desse estado de fadiga extrema, que vou fazer uma comida melhor e dar ao menos uma saída para uma praça com Arthur, mas todo dia fica para o dia seguinte.
Vou ficando aqui no desabafo e rezando para que esses sintomas passem logo e eu consiga curtir mais a gravidez e dar mais atenção ao Arthur.
E se tem uma coisa que eu achava e agora acho mais ainda: primeiro trimestre é a fase mais difícil da gravidez. Aliás, falando nele, ô seu primeiro trimestre, passa logo, por favor?
Aviso: não foi escrito na data da publicação
12 comentários:
E eu nunca ponderei se teria ou nao o segundo filho, nem se um ano de diferenca era pouco. Nunca achei que nao seria capaz de cuidar de duas criancas, dar atencao, essas coisas. Engracado como a gente carrega umas coisas dentro de nos, ne? Nunca tive medo de nao amar uma segunda (terceira...) crianca. nao se culpe por nao estar 100% disponivel so jeito que voce queria. Se nao da pra ir no parquinho, sente e brinque no chao. conte uma historia, faca perguntas, converse. porque os filhos precisam dessa atencao focada e direta tambem; nao é so "gastar energia". Eu passei por semanas bem enfadonhas de mal me mexer, entao a gente brincou MUITO de massinha! A comida... bem, a gente come o que eu consigo preparar, sem neuras. quando eu comeco a ficar muito pra baixo por causa disso, eu me lembro que é um mal estar passageiro, mas que a consequencia disso vai ser um irmao, que vai durar a vida toda. E quando os pais morrem, os lacos mais fortes sao os irmaos. Ou seja, estar gravida nao é "se dar menos" ao primeiro filho, mas encarar uma jornada pra oferecer muito mais. Boa sorte!
Tudo isso passa querida! São sintomas naturais do início! Logo mais vc terá mais disposição e por fim MAIS NENHUMA MESMO! rs Mas quando o filhote nascer, vc vai aprender a administrar a vida de mãe de 2..não vai ser fácil, mas vc vai dar conta e quando o pequeno tiver mais crescidinho e toda sua família em volta da mesa vc se sentirá a mulher mais realizada do mundo pela família que tem!
Ficamos torcendo pra que o pior passe logo!
bjucas na pancinha!!!
Dani, eu curti bem menos a segunda gravidez por conta dos cansaço absurdo que sentia. Não tem compARAÇÃO para mim a primera e a segunda...esta última foi para eu definitivamente não desejar uma terceira, hehe. Nunca fui fã de gravidez, mas esta me acabou mesmo!
O que não muda é o amor...esse é o mesmo!
Beijos, força nessa empreitada de 9 meses!
Nine
Ai, também não curto nada este primeiro trimestre. O meu da Clarice foi bem difícil, também foi em época de férias e eu também não tinha como dar muita atenção para a Ciça. Meu marido assumiu quase 100%, tive ajuda da avó por uma semana, viajamos mais uma semana (pra Salvador, casa da família) e assim as férias e o primeiro trimestre foram passando. Daí a Clarice nasceu em julho, outro perído (difícil) de férias escolares. Mais uma vez contei com a ajuda de terceiros e tudo se ajeitou.
Beijos
Dani, tô adorando esses posts pré-escritos, viu?
Sobre o primeiro trimestre, concordo com vc: pra mim, os piores meses da gravidez são os 3 primeiros e o último. Só que no último a gente já está de barrigão então todo mundo dá um desconto. Mas nos primeiros, passamos mal pra caramba, sentimos muito sono e cansaço e ainda - pelo menos no meu caso - não contamos pras pessoas da gravidez, então além de tudo temos que disfarçar... Terrível.
Espero que essa fase já tenha passado pra vc (agora está com quantas semanas?)
Bjos
Bom Dani, depois do desabafo pelo menos vc consegue perceber que não é a última mãe nessa situação, né? o segundo filho realmente é diferente - ele trás consigo a responsabilidade de darmos conta de 2, e isso não é fácil. Tb tive minhas crises de cansaço,mas foi no finalzinho. Sempre fui mega super esportista, na gravidez da Lara eu estava nadando em pleno TP. Na segunda, afff, conto nos dedos as vezes que me exercitei... era uma jornada dupla, aguentar barriga, suprir as necessidades da Lara. Eu me lembrava com uma dor no coração, daquelas tardes (na primeira gravidez) em que eu me deitava para ler um livro... ai, que saudades desses finais de tarde. Depois a vida vira pelo avesso mesmo. Dureza dar conta de casa, filho, marido, bb na barriga, enjoos, azias, pernas cansadas... só mulher pra aguentar. O duro é que dizem que a gente sempre aguenta e a a gente acredita. Tenta dar um breakzinho de vez em qdo... por vc e pela sementinha. :) Apela pro pai! hehe
Mari Mari, eu nunca tive medo de não amar outra criança, aliás, não tinha medo, mas preocupações e pendências a serem resolvidas antes de engravidar de novo. Sobre as brincadeiras tranquilas, você não está entendendo, tive uns dias bem complicados, em que não conseguia nem ficar sentada de olho aberto, cheguei a deitar no chão e dormir enquanto ele brincava "comigo". Mas já estou melhor. Obrigada pelo comentário! Beijos!
O Apê de Nós Dois (não sei seu nome), realmente o sintoma é comum, mas quando tem outro filho para cuidar, é totalmente diferente. Um dia você vai entender...
Obrigada pelas visitas e comentários!
Beijos!
Nine, sabe que nos dias mais difíceis eu pensava em você e sabia que o que estava sentindo era fichinha. E olha, já melhorei tanto que, provavelmente, encararia até a 4ª gravidez, se tivesse mais dinheiro/ajuda.
Beijoca linda!
Ai Paloma, nem fala! Agora você me fez lembrar que o finzinho da gravidez será nas férias de julho. OMG!!!
Terceiros, terceiros, cadê vocês???
Beijão!!!
Ilana, que bom que está gostando dos posts. E sabe que o último trimestre na gravidez do Arthur eu estava ótima? Claro que tem algum desconforto, mas nada que classificaria como tão ruim. Meu maior sofrimento na reta final foi a ansiedade de esperar completar 42 semanas até o filhote querer nascer. Ave!
E já estou bem melhor sim, e decidida a não me fixar em número de semanas, aprendizado da 1ª gestação: "não tente controlar o tempo".
Beijos!
Oi Kel! Eu não estava me achando a única pessoa do mundo a sentir isso, mas foi um período único para mim. Ler no fim do dia, nesses dias que eu estava assim, como escrevi no texto, não conseguia nem ficar sentada com o olho aberto, como comentei ai pra cima.
Mas ó, já melhorei bastante. Graças a Deus!
Beijos e saudade!
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